segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

É Carnaval...


Quero desejar a todos, e especialmente aos meus devotados amigos, UM BOM CARNAVAL, aproveitando o ensejo para lhes dizer, que até ao fim deste mês, início de Março, data em que o meu blog comemora o seu primeiro aniversário, o mesmo vai estar em reformulação....

Para já, podem ir consultando o meu perfil...
Abraços,
Lu


Foto e texto: Lu

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Citação


Do livro "O Vendedor de Sonhos" de Augusto Cury
==== A vida se extingue ràpidamente no parêntese do tempo. Vivê-la lenta e deslumbradamente é o grande desafio dos mortais====

Foto:Lu

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Um dia de Inverno no Parque













Na sequência da conversa do post anterior, poderemos parafrasear Manuel Serrão na revista PORTO SEMPRE, pag. Porto de A a Z, sendo que a letra N sugeria:

- NATUREZA - o magnífico Parque da Cidade é a natureza a que temos direito...

Já abordei este tema do parque da cidade do Porto em Maio do ano passado.
Hoje, sábado, em pleno Inverno de rigor, o dia amanheceu com Sol, não radioso, mas o suficiente
para alegrar os corações e apelar ao passeio a pé, que é das coisas mais baratas e agradáveis que há (para mim)! E aí vamos desta feita para o Parque da Cidade, saindo ao de leve do habitual rio e mar, quasii, porque o parque estende-se até ao mar...
E palavras para quê???Aí estão as fotos do Parque no Inverno com um Sol algo frouxo, as últimas que aqui pus, em Maio, eram do Outono.
Anexo uma foto aérea do parque (?)que acho bem adequada para dar ideia da dimensão do mesmo. (Gosto imenso destas minhas fotos tiradas do avião, a maluqueira ou obsessão como lhe queiram chamar chega aqui..mas enfim!)

Texto e Fotos: Lu

Ditos



Hoje vou referenciar aqui a revista " PORTO SEMPRE " de Janeiro 2009, publicada pela Cãmara Municipal do Porto, e que habitualmente é enviada pela autarquia aos munícipes da cidade. Independentemente de tudo, é um instrumento de informação sobre a actividade da Cãmara no que se refere ao interesse do povo deste nosso Porto. Não desvalorizando as outras rubricas da revista, há uma delas que gosto de apreciar, para perceber o que as outras pessoas pensam desta MUY NOBRE E INVICTA CIDADE DO PORTO...

Trata-se da página que contem o tema "Porto de A a Z", onde alguém fala do que se lhe propôe falar sobre o Porto letra a letra do Alfabeto.

Na revista de Janeiro passado, quem responde às perguntas é o nosso muito conhecido notável do Porto, Manuel Serrão, personalidade muito conhecida especialmente pelo seu bairrismo no que se refere a esta cidade, na defesa dos interesses cá da terra e outras razões. E é bem interessante apreciar o que é dito a propósito de cada letra. É mesmo muito bem...Digo mesmo que me diverti bastante com esta leitura, porque Manuel Serrão é mesmo assim, um pãndego a dizer as verdades...sempre que aparece é agradável ouvir...a defender o Norte e a dar o toque ao sul...

Isto vem tudo a propósito para salientar então o que nos é dito ( para aqueles cujo assunto lhes possa interessar e não têm acesso á revista), no que se refere a algumas das letras e não adianto muito mais do que algumas senão não saía daqui.

Letra G - Garganta - os portuenses precisam de ter boa garganta para gritar bem alto na defesa dos seus legítimos direitos.
Letra L - Lata - é preciso ter lata para nascer no Porto e ser adepto de um clube de Lisboa.
Letra U - Uvas - Vêm do Douro, mas dão nome à cidade. Vinho do Porto, um embaixador sem bola.
Letra X - Há x boas razões para conhecer o Porto, sendo que x é igual a um número com muitos zeros à direita.
Mas as letras que mais me tocaram foram duas, uma ficará para o próximo post e a outra foi a letra Q, que aliás estava na página seleccionada a azulado.
Letra Q - Quebra corações - O PORTO VISTO DE GAIA. A FOZ VISTA EM DIA DE TEMPESTADE...Aqui eu achei muito bonito, talvez porque sinto o mesmo, a avaliar pelos meus posts anteriores e por outros mais antigos...E como prometi na mensagem anterior , conversas à parte sobre o Porto é para continuar. Até sempre.

Texto e fotos: Lu

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Cenários envolventes da Barra do Douro








Nestas imagens podemos ver a aproximação do Rio Douro à sua foz, depois a Cantareira (zona de pescadores), o Cabedelo na margem de Vila Nova de Gaia e a entrada da Barra ao longe, a seguir o rio visto do molhe do Farol e logo depois o início da orla marítima do Porto, vista do molhe do Farol também. Do Castelo de S. João da Foz, que data de de 1560 falaremos noutra oportunidade. Por fim, uma imagem tirada da esplanada da praia do Ourigo onde já se perspectiva a orla marítima do Porto com alguma abrangência e da qual irei falar proximamente.
Ficou aqui, nestes dois posts sobre a Barra do Rio Douro, a primeira de uma série de abordagens que espero fazer sobre a minha cidade do Porto, da qual, ao longo dos posts já fui dando alguns flashes para quem não conhece, não pretendendo ser exaustiva nessas abordagens, apenas falar da minha cidade, e a propósito de qualquer pormenor que ache interessante e que diga respeito ao seu povo.

Texto e fotos:Lu

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

A Barra do Douro

Onde o Rio acaba e o Mar começa...



Neste Inverno rigoroso que temos vindo a atravessar com muito frio, muita neve e especialmente muita chuva, ocorre-me hoje, pôr aqui algumas imagens que obtive na Barra do Douro, num destes últimos dias, em que o mar tem estado encapelado, e um pouco para sair, por agora, das imagens da neve.

Para todos os que me visitam e não residam no Porto, saibam que o Rio Douro , o segundo maior rio de Portugal, nasce nos Montes Cantábricos em Espanha. Atravessa Portugal por vales e montanhas, vindo desaguar no Oceano Atlântico a oeste da cidade do Porto. A foz do Rio Douro, local de cenários lindíssimos, os portuenses desde sempre conheceram como a BARRA DO DOURO.
"BARRA", entre outros significados que tem, significa também ...entrada estreita de um porto...
Antigamente, e ainda não vão muitos anos que deixou de ser assim, a cidade do Porto era uma cidade portuária. Efectivamente, na zona mais antiga da cidade, banhada pelo Rio Douro, e a que várias vezes me tenho referido em posts anteriores, existia um porto onde atracavam navios ou vapores(como se dizia antigamente).
O caudal do rio, em todo o seu percurso, é alimentado por vários afluentes. Em épocas de Inverno muito chuvosas, o caudal aumentava assustadoramente, provocando dois grandes problemas: As cheias e os naufrágios.
As cheias do Douro, algumas eram terríveis, inundavam as margens de todas as povoações, vilas e cidades, arrasando e arrastando tudo, incluindo os navios ancorados no porto, afundando alguns e arrastando outros para o mar. Ainda me lembro das cheias de 1961, 68 e mais recentemente as de 78.
No livro "ONDE O RIO ACABA E FOZ DO DOURO COMEÇA", de Sebastião Oliveira Maia, o capítulo - Verdades que o povo canta - ilustra bem este pavor que eram as cheias do Rio Douro antigamente (passo a citar) : -

Há muito perdi a conta
quantas vezes houve cheia,
mas há quem diga que monta
em sete dúzias e meia -

É assim que o povo ribeirinho conta, cantando, as suas desgraças...desgraças que as cheias do Rio Douro lhes têm trazido, e que, sendo tantas, umas fazem esquecer as outras. (fim de citação)

Quanto aos naufrágios, estes verificavam-se com frequência, especialmente à entrada da Barra.E porquê? Na altura de Inverno, com o mar sempre muito agitado, o forte caudal do rio, muitas rochas, a existência dum Cabedelo (língua de areia), junto à entrada, o qual ou alargava ou alongava, variando a profundidade do rio, tudo isto contribuía para esta entrada da Barra no Rio Douro fosse uma das mais perigosas barras da costa portuguesa. Muitos foram os navios que encalharam ali, arrastados pelas vagas poderosas do Atlântico contra os rochedos e bancos de areia, verdadeiras tragédias como diz Sebastião Maia, presenciadas ao vivo pelo povo, incapaz de poder acudir.
Ainda recordo bem o naufrágio do navio "Varna" em 1968...

Estes problemas hoje em dia estão de alguma maneira ultrapassados. O porto foi entretanto desactivado e actualmente serve de poiso para embarcações de recreio e de turismo no Rio Douro. Os pescadores da zona da Afurada, na margem de Vila Nova de Gaia, contam hoje com meios tecnológicos, que lhes permitem prever o estado do tempo e do mar, fechando-se a Barra e
alturas de risco, o que não quer dizer que cíclicamente não haja tragédias. Quanto às cheias, têm vindo a diminuir o tamanho, já que o caudal do rio baixou muito por força da construção de várias barragens no rio e afluentes, mas quando o mau tempo prevalece e a muita chuva obriga as barragens a descarregar mais água, tudo junto vem por aí abaixo, juntando-se à força da água do mar que entra pelo rio dentro e as gentes ribeirinhas vivem sempre tempos de angústia...

Para minorar estes problemas foram projectados dois novos molhes de ambos os lados do rio, juntando-se ao antigo que têm um farol e uma ronca para alertar de noite os barcos que passam ao largo, quando estão dias de chuva e nevoeiro intenso... A construção destes molhes foi alvo de muita polémica, já que o cenário da entrada da Barra era lindíssimo e a construção dos molhes viria alterar esta beleza. Alguns notáveis fozeiros, chegaram mesmo a contestar tal decisão, que parece por via disso, ter sido muito atrasada. Mas os prejuízos eram tantos, com as populações a serem invadidas pela água e as marginais a serem constantemente danificadas e restauradas que os molhes acabaram por vencer...com alguma dificuldade porque até o próprio mar não parecia deixar...isto eu apreciei, durante a construção, enquanto nos meus passeios a pé, na minha rota habitual junto ao rio e depois ao mar...

As imagens então, mostram a entrada da Barra em 2004, sem os molhes, (só se vê o velhinho molhe do farol) e o Cabedelo do lado de V.N.de Gaia, depois imagem duma vista aérea recente da entrada da Barra já com os molhes, seguindo-se imagens dos molhes do lado do Porto, batidos pelas ondas em dia de Sol e em dia de temporal...



Texto e Fotos:Lu

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

De Zurich a Interlaken em Dezembro



















Hoje recebi no meu E-mail duas mensagens em pps que quero assinalar aqui: Uma mostrava as lindas paisagens Suiças no percurso que vai de Zurich a Interlaken na Primavera e outra tinha como título " Parolles et silence". Então parafraseando uma frase deste último pps (cujo autor desconheço), reporto essa frase para as imagens que o primeiro pps me fez recordar e que tive a graça de Deus de ter admirado ao vivo embora numa estação do ano diferente.
E assim constava a frase:
---Há algumas coisas que são lindas demais para serem descritas em palavras... É necessário admirá-las em silêncio para apreciá-las em toda a sua plenitude---

Texto e fotos:Lu

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